domingo, 20 de abril de 2014

Danielle 21 anos em 06.maio.2014

Bênção !
Bênçãos sobre bênçãos.

Danielle nos foi dada, por Deus em
06 de maio de 1993.

Alegria !
Alegrias sobre alegrias.

Os vovós Míriam e Edmar foram os únicos a
vê-la sair da mesa de parto e ser levada para o berçário, e ficamos apreciando-a até a enfermeira voltar com as roupinhas! Ela levantava só a perninha direita...
O que será? preocupamo-nos !

Ela sabe que nós a amamos muito, muitíssimo!

Vivemos uma história de amor há 21 anos !
Vivemos esse amor carinhosa e intensamente todo esse tempo, e não nos fartamos...


Seu sorriso nos faz sorrir, afaga a nossa alegria!
Sua dor nos leva às lágrimas, doi machuca-nos o coração.

Dani, querida, não se esqueça do amor, grande amor desses dois velhinhos, é sincero, é de coração, é apaixonado !

Continue sorrindo, continue feliz, continue a nos fazer sorrir, permaneça nos fazendo felizes.


Parabéns pelos seus 21 aninhos, e que Deus continue a abençoá-la, e que você continue bênção para todos nós que a amamos.

Deus a abençoe:

Vovô Edmar  e vovó Míriam
06.maio.2014 



Estou todo "bobo" com a sua mensagem 
em 12.04.2014 [meu niver 73]:


Danielle Campos publicou na sua linha do tempo
"Parabéns ao avô mais lindo do mundo, aquele que sempre se preocupa com tudo, aquele que quer estar perto em todas as horas, aquele que levanta cedo pra me deixar no inglês só pra eu poder dormir mais um dia na casa dele, aquele que faz palhaçadas, aquele que sempre está sorrindo, aquele que cantava comigo Adhemar de Campos quando pequena e eu falava que era "aleluia do vovô"!

Vô mesmo que as vezes eu esteja distante eu te amo muito e eu oro todos os dias por sua vida e a da vovó! Vcs são minhas bases mais importantes depois dos meus pais!
Obrigada por tudo e que não só hoje mas todos os dias Deus abençoe a sua vida!

Te amo, te amo, te amo!!!!"


Obs. do vovô: Nós cantávamos e dançávamos com o CD do Adhemar de Campos.


quinta-feira, 10 de abril de 2014


Querido filho Edmar Júnior [Edmarzinho]:

Com este gostoso abraço,

nesta data querida,

estamos felizes com a sua garra,

com a sua disposição de lutar e vencer.


Sabemos que o dia de hoje 

foi feito pelo Senhor Jesus!

A Ele agradecemos pelo filho

carinhoso e amoroso que você é;

e agradecemos sempre em oração.


Enviamos-lhe nesse simples cartão virtual

o nosso coração, ele é seu também:


O Senhor Jesus, que o ama muito,

sabemos, sempre está com você.

Parabéns, pelo aniversário, felicidades
 e muitas bênçãos do nosso Deus e Pai!



Edmar e Míriam
10/abril/2014




domingo, 6 de abril de 2014

Deus estava em nosso barco [Peter Colon


Um dos meus locais favoritos em Israel é o Mar da Galiléia. É uma linda experiência fazer um passeio de barco em suas águas calmas e tranquilas. Embora conheçamos sua reputação de tempestades súbitas e violentas, ainda nos aventuramos.
Ser um seguidor de Cristo não nos imuniza contra problemas. Nossa vida ainda é suscetível a “tempestades súbitas”. Mas nos aventuramos mesmo assim, confiando no Deus que nos promete: “Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Is 43.2).
Como as tempestades no Mar da Galiléia, que vêm furiosamente e sem aviso, três grandes tempestades, todas no período de um ano, abateram-se sobre mim e minha esposa, inesperadamente, vários anos atrás. Mas nós sabíamos que Jesus, o Deus Homem, acalmou os ventos e as ondas com Sua Palavra. Ele nunca abandonou Seus discípulos em tempos de dificuldade. Portanto, sabíamos que Ele estava conosco, e nos apegamos à promessa: “Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o Senhor, vosso Deus, é quem vai convosco; não vos deixará, nem vos desamparará” (Dt 31.6).
A primeira tempestade que sacudiu nosso barco aconteceu quatro anos atrás quando foi diagnosticado que eu estava com um câncer chamado mieloma múltiplo. Não poderia ter acontecido numa época pior. Eu estava totalmente ocupado na produção de um filme evangélico: Rossvally: From the Synagogue to the Savior [Rossvally: Da Sinagoga ao Salvador]. Estava completamente envolvido em escrever, reescrever, ser ator, e fazer tudo o mais que é necessário na produção de um filme. Fui ao médico para meu check-up de rotina e soube que tinha câncer. Como eu estava tão envolvido em meu projeto, não sentia nenhum sintoma. Ficamos em estado de choque. Por que Deus permitiria que isto acontecesse logo agora?

O Senhor nos ajudou a passar pelas provações. As muitas orações do fiel povo de Deus também nos deram uma força adicional para permanecermos firmes: “Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram”.
Durante o longo e intenso tratamento e em meio ao horrível “torpor na mente” causado pelos medicamentos fortíssimos e tóxicos, eu lutava para ler o Livro de Salmos. Havia muitas passagens que me sustentavam. Como fazia o papel de um cirurgião militar no filme, personalizava o Salmo 20.7: “Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus”. Em meus momentos devocionais, eu via as carruagens e os cavalos como sendo todos os cuidadores da minha saúde e os tratamentos médicos. Embora eles todos fossem excelentes e necessários, eu me apoiava na Palavra que falava do Senhor como sendo minha ajuda maior: “O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra” (Sl 121.2).
Cerca de um mês mais tarde, a segunda onda de aflição se abateu sobre nós. Minha esposa, Janis, subitamente sentiu seu braço direito e sua perna direita ficarem sem firmeza. Descobrimos que dois esporões em seu pescoço estavam pinçando a medula vertebral. Era algo tão sério que o médico achou que a medula iria se romper. Ela chorou ao telefone quando me contou o que estava acontecendo. Nunca me senti tão impotente.
Cinco dias mais tarde, ela estava na mesa de cirurgia. Tudo deu certo, mas durante seis meses Janis teve que usar uma braçadeira especial no pescoço. A despeito de seu desconforto, ela continuava a cuidar de mim. Era a Palavra que lhe dava consolo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mt 11.28-30).
Oito meses depois, enquanto eu passava 19 dias no hospital por causa de um difícil tratamento específico, a terceira onda se abateu sobre nós. A doença de Alzheimer havia vencido a querida mãe de Janis. Durante os anos em que ela viveu conosco, vimos gradativamente a doença tomando conta dela. Finalmente, ficou quase que insuportável ver aquela doce senhora se transformar em alguém que era constantemente negativa. Houve momentos em que Janis achou que não era mais capaz de dar conta daquele trabalho.
Entretanto, durante todo aquele tempo, ela se apoiou na voz de Deus através de Sua Palavra: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10).
Finalmente, essas circunstâncias de sofrimento começaram a diminuir. A Palavra de Deus era como o bálsamo de Gileade para nós. Por meio dele, o Senhor nos disse que estava em nosso barco, por assim dizer. As tempestades não iriam nos vencer. O Senhor nos ajudou a passar por elas. As muitas orações do fiel povo de Deus também nos deram uma força adicional para permanecermos firmes: “Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram” (Sl 107.29).

Autor: Peter Colón - Israel My Glory


domingo, 30 de março de 2014

Parabéns maninha Edyméa [31.03.2014]


Querida maninha Edyméa:

 


Hoje, 31 de março, é o dia que Deus fez!

E foi num 31 de março que Ele a trouxe à luz,
o que muito nos alegra.




Parabéns por essa data tão especial!



A Edyméa faz anos
porque Deus assim quis.
O que nós desejamos 
é que seja feliz!

Com Deus ao seu lado
num longo porvir,
que a vida lhe seja
um eterno sorrir!

(A canção pode ser cantada com a música do Parabéns...)

Deus a abençoe muito, como tem feito até aqui!



Um abraço gostoso: 

Edmar e Míriam 




sábado, 8 de fevereiro de 2014

Antes que eles cresçam

Vídeo com texto do poeta Affonso Romano de Sant´Anna.

"Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos. É que eles crescem..."

Há 61 anos, eu tinha 12, Affonso Romano de Sant'Anna solicitou à minha mãe, LAURA TORRES ALVES, autorização para nos levar [eu e meus irmãos] a fazer parte do trabalho da mocidade [jovens/juvenis] na Igreja Metodista do Bairro São Mateus - Juiz de Fora (MG).

Foi assim que começou tudo, a história que vários de vocês conhecem.

Deus abençoe a vida do Affonso, hoje o melhor poeta/escritor brasileiro, conhecido e respeitado em todo o mundo.

Obrigado Affonso: Você nos conduziu a atividades sadias/cristãs, que nos levaram ao Senhor Jesus, nosso único e suficiente Salvador e Senhor! 

Um abraço:

Edmar Torres Alves

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Coincidências Extraordinárias ou Pequenos Milagres?

[Leitura para aquecer o coração e a fé no nosso Deus que é soberano!]



Nos anos que antecederam ao nazismo, antes das nuvens da guerra encobrirem a Europa oriental, era comum entre os judeus, cansados dos pogroms, da pobreza e do desespero, enviar seus filhos para os Estados Unidos, onde havia a oportunidade de uma vida melhor.

Desde meados de 1900, os pais economizavam e guardavam seus rublos para pagar pela longa e árdua viagem de seus filhos e filhas, que viajavam sozinhos a bordo de navios em situação deplorável e que ofereciam condições desumanas e destino incerto. Uma vez que a passagem para cada uma dessas traiçoeiras viagens custava uma pequena fortuna e representava uma soma considerável para as famílias empobrecidas, era comum que os pais optassem por enviar seus filhos um por um, em vez de enviá-los todos de uma só vez. O sonho de todos os pais era que seus filhos alcançassem o refúgio americano para depois se juntarem a eles. Neste ínterim, as crianças ficavam com parentes, que cuidariam delas e ajudariam na espera que, com freqüência, durava meses ou até anos. Às vezes, a tão esperada reunião jamais acontecia...

Anya Gold fora a escolhida em sua família. Ela era a mais velha de oito irmãos e, em 1930, seus pais, que eram poloneses, disseram que era hora de ela partir. Eles tinham economizado dinheiro suficiente para uma passagem e haviam decidido que Anya seria a primeira a ir. Seus pais lhe disseram que logo se juntariam a ela.

Anya cresceu em Baltimore, sob a proteção de uma tia carinhosa, à espera de sua família. Mas eles nunca vieram...

A família demorou anos para juntar dinheiro para outra passagem, quando, então, caíram nas garras de Hitler. Ao longo dos anos, Anya recebera em Baltimore cartas esporádicas da Polônia, trazendo notícias da família e em ocasiões especiais, como o bar-mitsvá de seus irmãos, seus casamentos, o nascimento dos netos etc. Ela esperava ansiosa por essas cartas e saboreava cada uma delas. Então, elas pararam de chegar...

Anya temia o pior, mas somente após a guerra ela conseguiu saber, de modo conclusivo, o destino de sua família. Alguns poucos sobreviventes de sua cidade natal na Polônia chegaram a Baltimore no final da década de 1940 e trouxeram a notícia que ela já sabia, mas temia ouvir: toda a sua família fora morta. Todos haviam sido mortos em campos de concentração.

Era difícil seguir adiante depois de tudo isso, mas mesmo os sobreviventes começaram a reconstruir suas vidas. A memória de sua família ardia em sua mente, coração e alma. Anya sabia que a melhor maneira de homenagear a herança de sua família era criando o seu próprio legado. Ela esperava casar-se e ter muitos filhos. E cada um carregaria o nome de um de seus irmãos.

Assim, Anya casou-se com um homem maravilhoso chamado Sol, e sua vida juntos era quase poética. Eles realmente eram almas gêmeas, e o amor de um pelo outro era profundo. Eles ansiavam por filhos – carne de sua carne, sangue de seu sangue –, mas, nesse ponto, sentiam-se frustrados. Esse era o único tormento em sua relação, que de outro modo seria perfeita: eles não tinham filhos.

Após anos de tentativas e de buscas por especialistas de todas as partes do mundo, Anya e Sol encararam a realidade.

— Você adotaria? – Anya perguntou a Sol.

Anya já havia considerado essa opção muito tempo antes, mas por dentro ela se debatia. Ela não queria criar o filho de outra pessoa. Ela queria embalar em seus braços o seu próprio recém-nascido. Ela não podia imaginar que sentiria o mesmo em relação a uma criança adotada. Ainda assim, ela não tinha alternativa. Os médicos haviam anunciado que eles jamais teriam filhos – uma sentença de morte para seus sonhos e esperanças.

Seu marido parecia mais seguro:

— Sim, vamos adotar – ele respondeu.

Eles entraram em contato com uma agência judaica em Nova York e souberam que uma mãe adolescente acabara de entregar seu bebê para adoção. Eles viajaram para Nova York com grande empolgação, mas, lá chegando, todas as suas esperanças se esvaíram. A funcionária da agência, nervosa, balbuciou uma desculpa:

— Sinto muito – disse ela –, mas, no final das contas, a avó decidiu criar o bebê.

Será que a viagem até Nova York tinha sido uma perda de tempo?

— Sabe – falou a funcionária da agência –, eu tenho uma garotinha maravilhosa, chamada Miriam, que precisa desesperadamente de um lar.

Miriam era adorável e afetuosa, mas ela já tinha oito anos. Apesar de terem concordado, relutantemente, em encontrar a menina, e de terem sido cativados pela sua doçura, eles não conseguiam aceitar a idade dela.

— Eu queria muito um bebê bem novinho, que me reconhecesse como sua única mãe – explicou Anya. — Quero um recém-nascido para embalar em meus braços.

— Eu compreendo – disse a funcionária. — Mas Miriam já passou por muitas coisas em sua curta existência, e certamente iria usufruir muito de um lar amoroso.

— Sinto muito, mas não – disse Anya com remorso.

Mais um ano sem perspectivas se passou. Anya entrara em contato com várias agências em todos os Estados Unidos, mas era incrivelmente difícil encontrar um bebê. Durante esse tempo, o intenso desejo de Anya por um bebê consumia todo o seu ser – uma dor intensa e uma enorme sensação de vazio.

—Sabe – ela comentou com seu marido certa noite —, talvez nós tenhamos descartado a idéia de adotar Miriam rápido demais. Ela era realmente uma criança muito cativante. Há alguma coisa nela que tocou meu coração de uma maneira especial.

Sol olhou para ela pensativo.

— Já se passou um ano inteiro – disse ele. —Será que ela ainda está disponível?

Ela estava, conforme disse a funcionária da agência por telefone.

— Não há muitas pessoas interessadas em uma menina de nove anos – ela explicou solenemente –, então, sim, ela ainda está disponível...

—Mas há um problema – ela acrescentou. — Seu irmãozinho foi encontrado na Europa e se juntou a ela em nosso orfanato. Os irmãos são inseparáveis e nós prometemos a eles que seriam adotados conjuntamente. Você consideraria a idéia de ficar com as duas crianças?

De volta a Nova York, Sol e Anya encontraram os irmãos e, mais uma vez, Anya sentiu-se atraída pela doçura de Miriam. Moishe, seu irmão de seis anos, também era adorável.

Anya e Sol se entreolharam silenciosamente, transmitindo sua concordância. Vamos em frente!, diziam os seus olhos.

Já em Baltimore, Anya acompanhou as duas crianças através da entrada de sua nova casa, e elas olhavam a mobília com olhos arregalados. O pequeno Moishe era mais tímido e contido, enquanto Miriam era curiosa e aventureira. Ela andava excitada por toda a sala, tocando todos os enfeites que adornavam a lareira e as mesas. De repente, ela parou bem em frente ao piano e sua face ficou branca. Ela apontou para uma foto. Com uma voz firme, Miriam perguntou:

— Por que você tem uma foto da minha bubbe (avó) em cima do seu piano?

— O quê? – perguntou Anya, confusa.

— Minha bubbe. Por que a foto da minha bubbe está no seu piano?

Anya olhou para o retrato de sua falecida mãe. Do que aquela garotinha estava falando?

Miriam correu para a única mala que ela trouxera consigo do orfanato. Ela tirou uma antiga foto de dentro de uma bolsa surrada e levou para Anya.

— Veja – disse, apontando –, eu também tenho essa foto. É da minha bubbe!

— Minha mãe – sussurrou Anya, quase inaudível.

— Você quer ver uma foto da minha mãe? – perguntou Miriam. Ela correu para a mala para buscar outra foto. — Quer ver como ela era? Ela entregou a Anya a foto de alguém que ela conhecia muito bem.

— Sara! – gritou Anya com as pernas bambas.

— Como você sabe o nome da minha mãe? – a criança perguntou, confusa.

Sem saber, Anya havia adotado os dois filhos órfãos de sua irmã Sara.

Eles eram carne de sua carne, sangue de seu sangue.

Eles eram... seus.

Extraído de PEQUENOS MILAGRES JUDAICOS, livro que reúne outras 57 histórias similares a esta.

Texto enviado por e-mail por Dulcinéa Chrispim

http://www.sefer.com.br/details/10190/pequenos-milagres-judaicos